Como a Atvos quase quadruplicou a eficiência da gestão contratual com automação de processos
Postado por Redação Agro Summit em 25/09/2026 em NotíciasCom automação de fluxos e controle de dados, bioenergética passou de 80 para 300 processos mensais sem ampliar equipe, reduzindo em 27% o tempo de conclusão de contratos

Em grandes operações do agronegócio, a eficiência operacional no campo e na indústria depende de uma estrutura de governança ágil e bem redondada nos bastidores. Na Atvos, uma das principais produtoras de biocombustíveis e bioenergia do país, a transformação digital dos processos administrativos passou a ser aliada direta na busca por escala e controle institucional.
A companhia reformulou a gestão do ciclo de vida de seus contratos ao implementar a plataforma da logtech e legaltech netLex. Em 14 meses de operação digitalizada, a área jurídica da empresa passou de 80 para 300 workflows processados mensalmente quadruplicando o volume de demandas, enquanto reduziu em 27% o tempo médio de conclusão dos processos, que caiu de 30 para 22 dias úteis.
O ganho de produtividade foi absorvido mantendo o mesmo tamanho de equipe. O gargalo do modelo anterior baseado em tarefas manuais e descentralizadas deu lugar a um fluxo estruturado desde a elaboração e revisão até as fases de aprovação e assinatura digital, garantindo rastreabilidade e histórico de versões.
Governança e papel estratégico nos negócios
A digitalização de rotinas corporativas no agro tem um objetivo central: liberar inteligência de gestão para que as equipes fiquem menos focadas na operacionalização de papéis e mais dedicadas à tomada de decisão de negócios.
“A nossa busca sempre é por participar das decisões que são tomadas pela empresa e não só apontar os riscos existentes em cada situação, porque isso permite que as decisões sejam tomadas com mais segurança pela nossa companhia”, afirma Fernanda Freitas, VP Jurídica da Atvos.
A customização dos fluxos de trabalho também permitiu alinhar o compliance às especificidades operacionais do setor bioenergético. “Foi ótima a possibilidade de a gente ter desenhado o fluxo da forma como gostaríamos, customizada, sempre buscando a melhor eficiência, a melhor experiência do usuário”, destaca Gleison Matos, Gerente Jurídico Corporativo da Atvos.
Para Flávio Ribeiro, CEO e cofundador do netLex, o avanço da automação em grandes ecossistemas do agronegócio reflete uma mudança de maturidade na gestão do setor. “O grande ponto dessa transformação foi entender que segurança jurídica e eficiência operacional não competem entre si. Quando o processo nasce estruturado, com governança e rastreabilidade, a escala acontece de forma muito mais sustentável”, pontua.







