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SEIDOR conecta o Agro 5.0 com estratégia de negócios das empresas do setor

Postado por Redação em 25/05/2026 em Destaque

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Com vertical dedicada ao agronegócio, consultoria aposta em projetos personalizados para apoiar a digitalização da cadeia produtiva, ampliar eficiência e preparar operações para o avanço do Agro 5.0

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Luiz Fabiano Mendes, Diretor de Agronegócio da SEIDOR. Créditos: divulgação/SEIDOR 

O agronegócio brasileiro segue como um dos principais motores da economia. De acordo com estimativas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o setor representa cerca de 25% do PIB nacional e segue em expansão, com aumento da demanda por eficiência operacional, rastreabilidade e gestão integrada. Esse movimento levou a SEIDOR a ampliar sua atuação com uma vertical dedicada ao agronegócio, permitindo aprofundar o conhecimento sobre as especificidades do segmento, marcado por empresas dos mais diversos perfis, e apresentar projetos personalizados do Agro 5.0, alinhados com as metas de cada negócio. 

A companhia vem atuando nos crescentes desafios de gestão da integração e digitalização do setor, que passam a ser considerados indicadores de competitividade. Para o Diretor de Agronegócio da SEIDOR, Luiz Fabiano Mendes, o momento vivido pelo agro exige mais do que investimentos pontuais em tecnologia. 

“O agronegócio já investe em tecnologia há bastante tempo. O desafio agora está em avançar na integração dessas soluções e no uso mais estruturado de plataformas de gestão, especialmente dentro do contexto do Agro 5.0”, comenta. 

A diversidade da cadeia produtiva exige abordagens específicas, que considerem desde o trabalho no campo, o fornecimento de insumos e maquinários, até a industrialização e a comercialização nacional e internacional. A companhia aposta em uma atuação voltada à personalização de projetos. 

Entre as soluções oferecidas estão plataformas integradas de gestão, automação de processos e ferramentas para apoio à tomada de decisão em tempo real, incluindo tecnologias do ecossistema SAP soluções proprietárias e o desenvolvimento de aplicações complementares, adaptadas às especificidades dos diferentes perfis de empresas que integram o complexo do agronegócio. 

IA com retorno mensurável 

Apesar do avanço tecnológico no setor, com uso crescente de sensores, conectividade e automação, o agro enfrenta gargalos relacionados à integração de sistemas e à governança dos dados. “O grande desafio hoje é estruturar dados para que a tecnologia, especialmente a inteligência artificial, possa gerar valor”, afirma Juliano Melo, diretor de vendas para o segmento de grandes empresas da SEIDOR. Sem essa base estruturada, o uso de tecnologias avançadas tende a não gerar ganhos consistentes de eficiência. 

“Todos estão buscando usar inteligência artificial, mas ainda existe um desafio de transformar isso em retorno mensurável para o negócio”, complementa Melo.  

Integração da cadeia produtiva 

Entre os principais desafios do setor está ainda a necessidade de integração ao longo da cadeia produtiva. “O agro exige uma visão integrada. Não existe uma solução única que resolve tudo. É preciso conectar sistemas, integrar dados e adaptar as soluções à realidade de cada operação”, afirma Felipe Barbi, executivo de tecnologia da SEIDOR. 

Essa abordagem ganha ainda mais relevância diante das exigências crescentes por rastreabilidade, compliance e sustentabilidade, especialmente para as empresas que atuam em mercados internacionais. 

Agro 5.0

Mais do que um conceito, o Agro 5.0 representa um novo estágio de maturidade do setor, em que tecnologia e operação passam a atuar de forma integrada.  

“Quando conseguimos integrar dados entre os diversos sistemas envolvidos com o backoffice e a estratégia da empresa, ampliamos a produtividade e a capacidade de tomada de decisão”, afirma Barbi. 

Na prática, isso significa transformar dados dispersos em informação estratégica, com impacto direto na eficiência operacional e na competitividade das empresas. Com um cenário de crescimento consistente e pressão por maior eficiência e impulsionado pela jornada do Agro 5.0, o setor avança para uma nova etapa de maturidade digital.  Nesse contexto, a capacidade de integrar sistemas, estruturar dados e transformar informação em decisão tende a se consolidar como um dos principais fatores de competitividade. 

Postado por Redação em 25/05/2026 em Destaque